Terça, 13 Agosto 2013 15:58

Android Device Manager localiza aparelhos perdidos

Anunciado no começo de agosto e prometido para o fim do mês, o serviço Android Device Manager (Gerenciador de dispositivos Android) chegou um pouco antes do esperado. O recurso, que vem para suprir a falta de um padrão para o sistema móvel do Google, já pode ser usado por qualquer dono de um Android versão 2.2 ou mais recente para encontrar o aparelho perdido ou apagar todos os dados da memória.

 

O Device Manager é bem fácil de usar e lembra bastante as funções padrão do iOS e do Windows Phone. Não é preciso instalar nenhum tipo de aplicativo, mas sim ativá-lo nas configurações do aparelho. Para isso, abra o menu delas (em “Configurar”, “Configurações” ou “Settings”) e toque na opção de segurança. Então, entre em “Administradores de dispositivo” ou “Selecionar administradores” e habilite o “Gerenciador de disp. Android”. Acesse depois as “Config. Google” e certifique-se de que, em “Gerenciador de disp. Android”, as duas opções estejam marcadas.

 

 Feito isso, quando precisar, acesse a página do serviço para visualizar a mesma interface da imagem acima. Os comandos ficam todos à esquerda, e, assim que é aberto, o Device Manager começa a procurar o aparelho. Se o dispositivo estiver conectado a alguma rede Wi-Fi ou 3G, a posição aproximada dele será mostrada no mapa. Não é preciso estar com o GPS ativo – o que já é um grande alívio -, mas depender das conexões de dados não deixa de ser um problema.

 

Caso o aparelho apareça no mapa, você terá à disposição as duas outras funções do aplicativo. “Ring” fará com que o smartphone toque no volume máximo, mesmo que esteja no silencioso – um recurso útil para achar o dispositivo dentro de casa, por exemplo. Já “Erase Device” ajuda em casos mais extremos, e apaga todos os dados da memória do gadget.

 

 Em resumo, o novo recurso do Android é bastante útil, especialmente por já estar incluído em quase todos os aparelhos com o sistema – embora não ativo por padrão. No entanto, não escapa das falhas, e a facilidade em desativá-lo é uma delas – um ladrão ou um usuário mais esperto não teria problemas em acessar as configurações e desmarcar as opções. Além disso, o Device Manager ainda depende de conexões Wi-Fi ou 3G para funcionar integralmente. Vale o uso, por precaução, mas, se quiser, conheça outras alternativas aqui.

 

Fonte: Abril

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